Felicidade

“Tendemos a passar pelas nossas alegrias como prendas que deixamos embaladas, em vez de as desembrulharmos com gulodice e regozijo, e em vez de sermos, também nós, embalados por elas! (…) Esquecemo-nos de olhar com a devida admiração e com o devido reconhecimento para tudo o que existe, para tudo o que está bem, que corre bem, que é bem resolvido. Contentamo-nos muitas vezes em apontar o dedo ao que falta, ao que emperra, ao que faz mal, ao que fracassa. Ao fazermos isto, alimentamo-nos de más notícias e desvitalizamo-nos (…) Mas, para além disso, tornamo-nos mórbidos, agressivos e cínicos, o que me parece trágico.”

Thomas d’Ansembourg no livro FELICIDADE

Recebi por e-mail, e vou compartilhar com vocês.

Se você é infeliz no amor, preste atenção no que esta fazendo em sua vida.
Identifique os papéis que tem assumido e reconheça que você não é nada daquilo.
Descobrir como você é, do que gosta é a chave para obter felicidade.
Conhecer-se é fundamental.
Saiba avaliar o que lhe dá prazer.
Respeite seus sentimentos.
Não tenha medo de ser o que é.
Se fizer isso, sentirá um calor agradavél no peito, uma alegria gostosa, que tornará sua vida mais bonita e colocará mais sedução em seu sorriso.
Essa beleza da alma que se reflete nos sentimentos verdadeiros atrai, conquista, seduz.
É o carisma. E se você jogar fora seu “sonho de amor” deixar acontecer naturalmente, gostar das pessoas como elas são, descobrirá de quanta beleza, dignidade, dedicação e amor elas são capazes.
É só tentar.

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Grandes e pequenas mulheres

Há mulheres de todos os gêneros. Histéricas, batalhadoras, frescas, profissionais, chatas, inteligentes, gostosas, parasitas, sensacionais. Mulheres de origens diversas, de idades várias, mulheres de posses ou de grana curta. Mulheres de tudo quanto é jeito. Mas se eu fosse homem prestaria atenção apenas num quesito: se a mulher é do tipo que puxa pra cima ou se é do tipo que empurra pra baixo.

Dizem que por trás de todo grande homem existe uma grande mulher. Meia-verdade. Ele pode ser grande estando sozinho também. Mas com uma mulher xarope ele não vai chegar a lugar algum.

Mulher que puxa pra cima é mulher que aposta nas decisões do cara, que não fica telefonando pro escritório toda hora, que tem a profissão dela, que o apóia quando ele diz que vai pedir demissão por questões éticas e que confia que vai dar tudo certo.

Mulher que empurra pra baixo é a que põe minhoca na cabeça dele sobre os seus colegas, a que tem acessos de carência bem na hora que ele tem que entrar numa reunião, a que não avaliza nenhuma mudança que ele propõe, a que quer manter tudo como está.

Mulher que puxa pra cima é a que dá uns toques na hora de ele se vestir, a que não perturba com questões menores, a que incentiva o marido a procurar os amigos, a que separa matérias de revista que possam interessá-lo, a que indica livros, a que faz amor com vontade.

Mulher que empurra pra baixo é a que reclama do salário dele, a que não acredita que ele tenha taco pra assumir uma promoção, a que acha que viajar é despesa e não investimento, a que tem ciúmes da secretária.

Mulher que puxa pra cima é a que dá conselhos e não palpite, a que acompanha nas festas e nas roubadas, a que tem bom humor.

Mulher que empurra pra baixo é a que debocha dos defeitos dele em rodinhas de amigos e que não acredita que ele vá mais longe do que já foi.

Se por trás de todo grande homem existe uma grande mulher, então vale o inverso também: por trás de um pequeno homem talvez exista uma mulher pequena.

Martha Medeiros

E ai, você é uma grande ou pequena mulher?

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